Secrets of life
sábado, 20 de outubro de 2012
R.
Pois é, lá vamos nós again....
Sabes aquele sentimento de não ter alguém por perto? De te sentires tão inútil e tão longe que nada podes fazer para o alcançar de novo? É... Sentimos do que se fala, não é verdade.
Lembro-me de em pequena olhar para animais e dizer "têm melhor vida que a minha, sem sentimento e sem nada com que se preocupar de maior." Mesmo assim, continua-se por aqui. Enfim...
Sabes que aquela pessoa está longe, e sabes bem disso, tanto que não o consegues tocar. Mas o pior, é quando ele não entra online durante dias e semanas, acabas por perder toda a esperança que tinhas. Sentes ciumes da distância, ate ciumes do chão onde ele caminha, porque será?.. Não sei se é aquele sentimento que dá tantas dores de cabeça chamado amor, mas se for, que seja vá, acaba por matar todos os sentimentos, pouco a pouco. A mente vai ficando desgastada, acabas por te rir da mais simples piada, porque sentes necessidade de rir, de ser feliz, de viver outra vez quando te sentes morto por dentro. Mas aguentas isso durante o dia, escola e familiares mantêm-te a cabeça ocupada com stress e problemas, que embora não sejam da tua conta, tentas ajudar, porque sentes que ninguém te ajuda a ti como devia, ou como querias que ajudassem, então... Sentes necessidade de fazer os outros rir, e quando não o fazes sentes-te um falhado por completo.
As horas vão passando, dias, semanas. E aquele único suporte de sorrisos e esperança que tinhas não vem. Pouco diz, se disser... Começas a pensar "e se eu já nem for necessário seja para o que for?" ; "E se eu já não for aquela que ele quer fazer rir, que quer agarrar, que quer ter futuro com, que quer morrer ao lado?" As duvidas vão aumentando e tomando conta de ti, e parece que já não sente nada por ninguém, ou em relação seja ao que for. Como se já não estivesses longe o suficiente, ainda têm que te tirar de mim à força, sabes que é de ti que falo, apesar de não leres isto, ou eu achar isso, por duas simples razoes, 1) não estas aqui, 2) não te importas com o que escrevo. A verdade, é que aquelas chamadas todas, as horas que riamos juntos, as ideias que partilhávamos... Lembraste o único dia que me ouviste chorar? Eu sentia-me tão desamparada que só tu para me agarrares bem no meio de uma caída súbita, limpares as minhas lágrimas e ficares comigo por horas e horas, não eram preciso palavras para me fazerem sorrir, bastava a tua presença. E não eras como os outros que desligava por não termos assunto. Eu gostava tanto de estar contigo horas a fio, tanto que nem falávamos durante 20 minutos e de repente eu sorria ao ver-te dormir, era como se te quisesse acordar, mas soubesse que precisavas de dormir, mas ao mesmo tempo, sentir que dormias comigo. Ficava simplesmente a observar e a sorrir.. E quando acordavas, sentias-te tão envergonhado. Eras mesmo assim. Eras um sol. Agora pareces-me a lua... Escassa. Raramente vista (talvez porque andas desaparecido.) Mas nunca irei esquecer aquelas coisas que dizias, que eu lia e não evitava sorrir... Aquelas gargalhadas que davas, confesso que nem sempre eram as conversas mais interessantes do mundo, mas pelo menos eras nossas, de mais ninguém. Aquele teu sorriso... Aqueles dias que te magoavas e eu ficava chateada e tu dizias com um tom de gozo "continua que ficas ainda mais linda" eu corava, corava demasiado para dizer alguma coisa. Não sei o que se passou connosco durante um tempo. Mas sei que esse tempo foi o suficiente para eu pensar bem no que tinhas dito "só vens ter comigo quando precisas" não era necessariamente verdade ... Simplesmente pensava que lidavas bem com tudo o que eu dizia, cheguei à conclusão, depois de noites em claro, que és bem como eu, como sempre disse... Não desistimos e nem sempre podemos querer viver, mas vivemos um pelo outro. Porque queremos ser felizes, fazer os outros felizes, nem que acabemos o dia numa discussão, pelo menos, para mim, quando discutíamos eu sentia que nesse dia ias chorar, ficar mal... Isso doía-me tanto. Pouco me importava eu comigo mesma, eu aguentava-me! Mas tu... Magoava-te. E ao magoar-te eu não podia perdoar-me. E tu tentavas passar despercebido e dizer que estava tudo bem, eu sei que não estava. Mas eu tentava fazer-te feliz. Se algum dia leres isto, peço-te, diz-me se ainda vives por mim.
quinta-feira, 13 de setembro de 2012
So de ficares online já me sinto abatida como se tudo que
tenho não valesse de nada quando cá estás. Tento jogar, tento ouvir musica,
fazer exercicio, desenhar, escrever, compor, cantar, mas nada te tira do meu
pensamento. Eu não penso que ainda te amo, não penso que estas com outra, não
penso nada disso, penso no teu nome, no que me fizeste, e depois vem o
isolamento, o desespero total por alguem que me ligue e me salve daquele
sofrimento, daquela frustraçao que sinto. ‘Não olho pra nenhuma rapariga agora desde
que acabei com a Hélia’ sem smiles, sem pontos, nada. So te senti tao em baixo
que me deu um aperto no peito, e senti ‘realmente agora magoei muito alguem’
mas pelo que fizeste, por tudo o que me fizeste passar, tento pensar que isso
não é verdade, que não estas mal, estás so a fazer-te de vitima para que te
possam ajudar e estar do teu lado, porque no fundo, eu não acho que me amaste
como te amei. Nestes momentos em que estou em baixo eu tento ao maximo chorar,
para libertar tudo o que tenho em mim, mas não consigo. Não tenho nada pra ter
saudades, não tenho nada que me diga ‘’ele era tao bom neste sentido, e tu
deixaste-o, agora sentes falta’’, so consigo pensar no mal todo que me fizeste,
as horas todas que esperava por uma resposta, e quando discutiamos, eu fazia um
esforço pra não chorar, epah fazia e tu sabes que sim, mas uma pessoa que
passou por tudo o que eu passei é mais fragil nesse sentido. E quando chorava,
quando mais precisava de ti naquela situaçao, o que é que tu fazias? Desligavas
e dizias ‘faz o que quiseres’ e não digas que é mentira. Toda a gente me dizia
o mesmo depois do nosso primeiro namoro ‘é melhor acabares com ele, já viste no
sofrimento em que estás?’ e o que é que eu fazia? Exato, pensava em ti. Pensava
em nós entendes? Secalhar, ate deixei de gostar de ti a meio do nosso segundo
namoro, mas precisava de alguem comigo, alguem que me protegesse, mas não
adiantava, tu não fazias nada por mim, nunca te vi a esforçares-te por mim,
nunca vi qualquer ajuda da tua parte que me fizesse sorrir. Não via nada da tua
parte, so um rapaz que queria uma namorada pra dizer que a tinha, e pra ter
alguem que o aturasse quando mais ninguem fazia. E dói tanto ser usada da
maneira que me usas-te. Eu sei que deves ter tentado 1% por qualquer coisa da
nossa relaçao, mas não bastou, não foi suficiente. André, eu amei-te tanto,
amei-te como se não tivesse mais nada, porque não tinha, não tinha mais nada
que me fizesse pensar ‘eu vou ser feliz a 100%’ e conseguiste destruir isso aos
poucos, conseguiste destruir-me aos poucos. Eu não sei o que sentir quando te
vejo online. Não sei se te digo ‘hey’ ou se me calo. Mesmo assim André, eu
espero que sejas feliz sem mim, não me arrependo de te ter deixado, mas
fizeste-me muito mal, mas como sou parva desejo que fiques bem, que tenhas tudo
de bom e que sejas muito feliz.
Anyway… São so meras palavras que nunca vão ser lidas por ti
.
sábado, 12 de maio de 2012
Era.
Era ele, era meu melhor amigo, era especial, era querido, era lindo, era... Já nada é igual. Nada... Foi triste ver tudo desvanecer-se com o tempo. O silêncio era meu aliado, continua a ser voltou a ser... É das únicas coisas que permanece desde à muito tempo... Dói saber pelo que passamos, nos afastamos, voltamos a juntar, e estamos de novo afastados... É triste o afastamento fazer parte de uma rotina. Mas faz parte. (infelizmente).
Aquela angustia. Grande angustia. A dor... Dor difícil de aguentar mas.. faz parte como tudo. É difícil ver a perfeição e não poder falar com ela. Perfeição em pessoa... amigo. Nada mais que uma mera ilusão. Como todas as outras...
Aquela angustia. Grande angustia. A dor... Dor difícil de aguentar mas.. faz parte como tudo. É difícil ver a perfeição e não poder falar com ela. Perfeição em pessoa... amigo. Nada mais que uma mera ilusão. Como todas as outras...
Depois daquelas brincadeiras , daquelas risadas , daqueles desabafos, aquelas sms ao adormecer, aqueles "insultos" queridos todos os dias como se fosse algo novo, algo nosso. Tudo isto, não pode ter passado de uma simples fase... Foi diferente. Fomos nós
(Quanto mais penso nele, mais quero escrever. Quanto mais escrevo, menos o quero fazer... Mas vá. Vamos afastar-nos - de novo.. É o melhor, embora não queira... E acho que me vai custar imenso, já está a custar. Mas é o melhor... Alem de que para ele, é indiferente.)
"Forever, always over"
terça-feira, 24 de abril de 2012
Mais um.
Tu. Sempre o foste e eu nunca o vi. Nem tu viste as lágrimas. Mas também não eram elas que querias? Aí as tens. Não vou mudar de blog ou algo assim por ti, não mereces tal proeza da minha parte. Tu que dizias não ser homem dos homens, revelaste-te o falhado dos falhados. Parabéns, tens aqui mais um texto da minha autoria dirigido a ti. Espero que continues feliz, mas que ainda sofras, precisas de crescer.
quinta-feira, 12 de abril de 2012
Pára...
E eu a pensar que já tinha acabado este sentimento... nem sei se acabou ou não. Quem me dera não te ter conhecido porra!. Já conseguiste o que querias, sê feliz com ela, mas deixa-me.. estás a fazer-me sofrer...
sexta-feira, 23 de março de 2012
Meu anjo...
Disse agora que ia embora… “Fica bem” respondeste. Sei que não foram mais que meras palavras para ti. Dói sentir isso sabes? Pelo que tento aproximar-me mas à alguma coisa que não queres… será que não queres a minha amizade? Não sei, não sei mas não quero pensar assim. Quero pensar que não me vais deixar… vou tentar. Vou tentar ao maximo pensar que me queres tao perto que me atinges e me mandas para tao longe. Boa noite, anjo.
quinta-feira, 22 de março de 2012
Afinal, o que eu sinto?
Gostava de saber o que realmente sentes por mim. A sério que
sim. Consegues confundir-me totalmente… Essas palavras. Doces facadas na minha
mente. Doce reflexo o teu. Essas tuas brincadeiras… tu. Tu dás-me vontade de
voltar a respirar normalmente. Dás-me arrepios sempre que escreves… um dia sei
que vais entender. Entender o que eu sinto. O que eu sinto… o que eu sinto?
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