segunda-feira, 12 de março de 2012

Meu assassino predilecto

"São 10 e tal da manha e estou na aula de Português. Sinto a necessidade de escrever para e sobre ti, meu predilecto. Até se torna difícil respirar quando penso em ti. Dizem que estás “in love” por isso, não estás atento às pessoas à tua volta, nem aos seus problemas. Mas isso magoa… Tenho medo de te amar pois tenho medo de sofrer. Eu sei que somos diferentes a nível de idade (e talvez maturidade) mas em personalidade… Oh tamanho sacrifício viver! Tamanha dor e raiva de olhares desconhecidos desconfiados de algo. (...) Mas de quê?...
Toda a tua frieza e amargura são justificáveis, porem muitos não entendem o porquê… eu entendo, e tu desprezas totalmente. Sei que não dizes nada pela dita “caridade” mas o teu “Obrigado” parece forçado. Acho que não confias em mim, ou confias? Ainda tenho essa esperança… Triste e louca esperança… meu assassino forçado que tanta sede tem de uma vitima, deixa-me encontrar-te na sede da cidade e falar um pouco.. sem muros nem barreiras que nos separem…
Gostava de poder falar contigo abertamente. Sinto a tua falta, não a falta dos carinhos, pois de ti , só tive uma conversa. Sinto é falta das nossas brincadeiras. Também não tenho saudades de nós, nunca houve um “nós”…
Tenho saudades dos tempos em que nos divertíamos sozinhos.. Parecia que não precisávamos de mais nada nem ninguém, para rirmos das coisas mais parvas do mundo…
Por agora, poucas esperanças tenho que tudo volte ao normal. Mas eu entendo. Tenho uma mágoa que me magoa muito por te tentar ajudar e não conseguir... não por não conseguir mas sim porque recusas a minha ajuda.
(…) No entanto o teu “toque” tão doce, o teu olhar profundo, o teu sorriso que me faz sorrir tambem… Tamanha perfeição"

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