"São
10 e tal da manha e estou na aula de Português. Sinto a necessidade de escrever para e
sobre ti, meu predilecto. Até se torna difícil respirar quando penso
em ti. Dizem que estás “in love” por isso, não estás atento às pessoas à tua
volta, nem aos seus problemas. Mas isso magoa… Tenho medo de te amar pois tenho
medo de sofrer. Eu sei que somos diferentes a nível de idade (e talvez
maturidade) mas em personalidade… Oh tamanho sacrifício viver! Tamanha dor e
raiva de olhares desconhecidos desconfiados de algo. (...) Mas de quê?...
Toda a tua frieza e amargura são justificáveis, porem muitos não entendem o porquê…
eu entendo, e tu desprezas totalmente. Sei que não dizes nada pela dita “caridade”
mas o teu “Obrigado” parece forçado. Acho que não confias em mim, ou confias?
Ainda tenho essa esperança… Triste e louca esperança… meu assassino forçado que
tanta sede tem de uma vitima, deixa-me encontrar-te na sede da cidade e falar
um pouco.. sem muros nem barreiras que nos separem…
Gostava de
poder falar contigo abertamente. Sinto a tua falta, não a falta dos carinhos,
pois de ti , só tive uma conversa. Sinto é falta das nossas brincadeiras. Também
não tenho saudades de nós, nunca houve um “nós”…
Tenho
saudades dos tempos em que nos divertíamos sozinhos.. Parecia que não precisávamos
de mais nada nem ninguém, para rirmos das coisas mais parvas do mundo…
Por
agora, poucas esperanças tenho que tudo volte ao normal. Mas eu entendo. Tenho uma
mágoa que me magoa muito por te tentar ajudar e não conseguir... não por não conseguir
mas sim porque recusas a minha ajuda.
(…)
No entanto o teu “toque” tão doce, o teu olhar profundo, o teu sorriso que me
faz sorrir tambem… Tamanha perfeição "

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