Tens noção do que me andas a
fazer? Não não tens. Eu lembro-me
bem dos momentos que passamos juntos, aquelas noites de sorrisos. Hoje durante
a noite caí e agora não me levanto mais. Desisti de tudo, especificamente
desisti de ti. Desisti do “nós” que podia haver. Por mais que tente tu rejeitas
tudo o que eu digo, ate um ajuda. De vez em quando olho para a tua fotografia, também
com medo que me rejeites de novo. Vejo os teus desenhos, imagino a sorte do
lápis em ter-te a segurar nele. Pelo menos seguras “algo” ou “alguem”. Sei que
nunca foste habituado a desabafar com ninguém, mas olha bem para ti… um rapaz
chamado de “mau” e “frio” que sofre tanto e ninguém vê… estás a desvalorizar as
pessoas que te querem ajudar. Pelo menos em vez de dizeres que sou inútil para
te ajudar nesse aspecto agradecias e dizias “conta comigo tambem”. Já sei que não
dizes nada por favor, mas sou-te assim tão indiferente? Já me habituei a ser
desprezada mas nunca pensei que fosses tu a fazê-lo de uma forma tão amarga. Se
soubesses o quanto penso em ti talvez as cenas fossem diferentes, “non”? “Yush”.
Cada coisa que me dizes, cada palavra sei que tem sentimentos ai dentro e que são
dolorosos… o problema é que não admites nem queres que ninguém saiba e acabas
por destruir as pessoas, mas da-te prazer
meu assassino.
Sem comentários:
Enviar um comentário